O Técnico Ancelotti já definiu as missões da Seleção
O próximo ciclo até a Copa do Mundo de 2030: encontrar novos meio-campistas capazes de liderar o setor central da equipe.
Em entrevista ao ge, o treinador destacou a necessidade de identificar jogadores de alto nível para diferentes funções do meio-campo, seja como primeiro volante, segundo homem de construção ou meia ofensivo.
Com talentos surgindo nas categorias de base e ganhando espaço no futebol profissional, o Brasil conta com uma nova geração de jogadores que pode aparecer nas próximas convocações.
Jovens volantes ganham destaque para a camisa 5
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Entre as opções para atuar como primeiro volante está Luis Pacheco, do Palmeiras. Aos 18 anos, o jogador se destacou nas categorias de base do clube paulista e acumula passagens pelas seleções brasileiras sub-17 e sub-20.
O atleta chamou atenção pela comissão técnica de Abel Ferreira e recebeu oportunidades no time profissional, participando de partidas do Campeonato Brasileiro, Campeonato Paulista e Libertadores.
Outro nome observado é Huguinho, do Botafogo. Formado pelo clube carioca, o volante teve experiência internacional após passagem pelo RWD Brussels, da Bélgica, antes de retornar ao Brasil.
Convocado para a seleção brasileira sub-20, o jogador ganhou espaço no elenco profissional do Botafogo e passou a ser utilizado como uma das opções para a posição.
Zé Lucas aparece como uma das grandes promessas da posição
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Com apenas 18 anos, Zé Lucas é considerado um dos nomes mais valorizados entre os jovens volantes brasileiros.
O jogador foi formado pelo Sport e ganhou projeção ao disputar a Série A, mesmo em uma temporada difícil para o clube pernambucano.
Capitão da seleção brasileira sub-17 campeã do Sul-Americano da categoria em 2025, o volante despertou interesse de grandes clubes e acabou contratado pelo Cruzeiro.
A expectativa é que o jogador continue evoluindo e dispute espaço entre os principais talentos da nova geração.
Meio-campistas de construção surgem como alternativas
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Para a função de segundo volante, Gabriel Bontempo, do Santos, aparece como uma das promessas mais observadas.
Aos 21 anos, o jogador foi formado na Vila Belmiro e ganhou destaque por sua capacidade de atuar em diferentes funções do meio-campo.
Na temporada recente, Bontempo assumiu papel importante no Santos, acumulando gols e assistências em suas últimas partidas.
Outro nome de destaque é Breno Bidon, do Corinthians. O meio-campista se consolidou como uma das principais peças da equipe paulista e chama atenção pela qualidade no passe e visão de jogo.
Com mais de 130 partidas pelo profissional, Bidon foi protagonista em momentos importantes do Corinthians e já é tratado como uma das referências técnicas do elenco.
Vasco e Cruzeiro também revelam talentos para o setor
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O Vasco tem em Ramon Rique uma das apostas para o futuro. Aos 18 anos, o volante ganhou espaço no time principal após se destacar nas categorias de base.
Com boa estatura e qualidade no passe, o jogador participou de seleções de base e integrou equipes campeãs em categorias inferiores.
No Cruzeiro, Eduardo Pape é outro nome acompanhado de perto. Aos 17 anos, o meia se destacou pela seleção brasileira sub-17 e terminou o Sul-Americano da categoria como artilheiro, com quatro gols e uma assistência em seis jogos.
Camisas 10 também estão no radar da Seleção
Na busca por novos meias ofensivos, Gui Amorim, do Corinthians, surge como uma das principais promessas.
Aos 18 anos, o jogador é considerado um dos talentos da base corintiana e se destaca pela qualidade no passe, movimentação e capacidade de criação.
Embora ainda não tenha estreado pelo time profissional, já foi relacionado para partidas da equipe principal.
Com diferentes características e trajetórias, os jovens meio-campistas representam uma nova geração que pode preencher uma das posições mais importantes do futebol brasileiro.
A missão definida por Ancelotti será acompanhar a evolução desses jogadores e encontrar nomes capazes de assumir protagonismo no meio-campo da Seleção nos próximos anos.





